Agradeço a você...
por fazer a minha barriga doer de tanto rir,
por me dizer que estou errada quando meus olhos só enxergam meu orgulho,
por enxugar minhas lágrimas quando penso não ter mais concerto pro meu coração,
pelas palavras doces acompanhadas do afago nos cabelos,
pelos momentos de alegria que jamais se apagarão,
pelo café quentinho na manhã seguinte da balada,
pelo sorriso sincero quando brinco de dizer verdades,
pelo abraço apertado quando penso estar sozinha,
pelo banho de champanhe nas minhas conquistas,
pela mão estendida quando estou diminuída,
por me olhar nos olhos e não sentir vergonha disso,
por andar ao meu lado por toda a minha vida,
por me seguir diante da despedida,
por me ligar apenas pra dizer bom dia,
por perguntar: como foi seu dia?
Bruna Redoschi
sexta-feira, 3 de abril de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
EU
Sou a menina do cabelo comprido,
do sorriso sem jeito,
do olhar mais distante,
da coragem sem medo.
Das frases sem nexo,
das piadas sem graça,
do andar esquisito,
das pernas tão magras.
Dos lábios macios,
do abraço apertado,
do carinho gentil,
do choro dobrado.
Da verdade infinita,
da palavra espontânea,
da sinceridade bem dita,
da atitude insana.
Sou a menina mulher,
que ainda não sabe o que quer,
mas que com o sorriso na cara,
enfrenta qualquer batalha.
Bruna Redoschi.
do sorriso sem jeito,
do olhar mais distante,
da coragem sem medo.
Das frases sem nexo,
das piadas sem graça,
do andar esquisito,
das pernas tão magras.
Dos lábios macios,
do abraço apertado,
do carinho gentil,
do choro dobrado.
Da verdade infinita,
da palavra espontânea,
da sinceridade bem dita,
da atitude insana.
Sou a menina mulher,
que ainda não sabe o que quer,
mas que com o sorriso na cara,
enfrenta qualquer batalha.
Bruna Redoschi.
Talvez sim... talvez NÃO
NÃO. Quem inventou essa palavra tão pessimista e ao mesmo tempo tão usadas pra tudo e por todos? Desde pequenos ouvimos essa palavra que aliás é uma das primeiras que aprendemos a falar. Filho, não pode mexer aí. Não xingue seu irmão. Não brigue com a sua prima. Agora não. Hoje não. Eu já disse que NÃO!!! Essa palavra que é tão usada para educar as crianças, na infância, acaba servindo mais tarde para fragilizar a nós mesmos, para nos rebaixar, nos subestimar... eu não posso, não consigo, não sou capaz, não dou conta, não sirvo pra isso. Por que não? Estamos tão acostumados a ser sempre tão negativos com tudo... com as pessoas, com as situações, com o dia, com o futuro. Algumas vezes reprovamos alguém que acabamos de conhecer, mesmo sem conhecê-la direito. Quantas vezes já fomos a um lugar e nos apresentaram a alguém que NÃO gostamos logo de cara? A desculpa sempre é: o santo NÃO bateu. Quantas vezes já ficamos sabendo que um conhecido está hospitalizado por um motivo incomum e a primeira coisa que vem no pensamento é: NÃO vai sobreviver. Quantas noites vimos o céu meio avermelhado e dissemos: amanhã NÃO fará sol. Quantas outras vezes já subestimamos o futuro dizendo: NÃO chegarei a essa idade.
Por que as pessoas tem sempre que nos dizer o que NÃO podemos fazer, ou dizer, ou pensar... Por que NÃO podemos ser isso ou aquilo? Por que temos que escolher um só e NÃO podemos escolher tudo? Por que NÃO podemos fugir das regras impostas pela sociedade sobre o certo e o errado?
Talvez isso tudo NÃO faça nenhum sentido... talvez SIM!
Por que as pessoas tem sempre que nos dizer o que NÃO podemos fazer, ou dizer, ou pensar... Por que NÃO podemos ser isso ou aquilo? Por que temos que escolher um só e NÃO podemos escolher tudo? Por que NÃO podemos fugir das regras impostas pela sociedade sobre o certo e o errado?
Talvez isso tudo NÃO faça nenhum sentido... talvez SIM!
Bruna Redoschi
quarta-feira, 1 de abril de 2009
ELE: O personagem principal
Vejo nele um rostinho bonito, um andar elegante, um olhar meio tímido e um sorriso brilhante. Vejo a simplicidade dos gestos, a beleza das formas, a riqueza das palavras... Mais do que isso, vejo a coragem de enfrentar com a vontade de vencer sem medo de errar! Vejo um guerreiro caminhando em busca de seus sonhos, ganhando batalhas algumas vezes, outras não, porém sempre levantando de suas quedas com a cabeça erguida e com o olhar fixo no horizonte, sempre com a certeza de que um dia ganhará essa guerra. Vejo nele um médico, um engenheiro, um eletricista, um gari, um palhaço, um aviador... vejo ele!!! Vejo ele por de trás da maquiagem, do figurino, da máscara... do personagem. Vejo ele assim como ele é, quando se fecham as cortinas... com sentimentos, vontades, desejos, angústias, medos, alegrias e tristezas.
Afinal, esse é um personagem que ele nunca deixará de ser, mesmo depois que o espetáculo acabar e as cortinas se fecharem!!!
Bruna Redoschi
Afinal, esse é um personagem que ele nunca deixará de ser, mesmo depois que o espetáculo acabar e as cortinas se fecharem!!!
Bruna Redoschi
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